30/09/2010

GIBIS ANTIGOS... QUE SAUDADES!!

Lembra-se da Editora Vecchi? Quem foi criança nas décadas de 70, 60 e 50 deve lembrar, com certeza. Os gibis da Vecchi marcaram a nossa infância, assim como os de editoras que não existem mais como a EBAL e a RGE (Rio Gráfica e Editora).
A editora Vecchi publicou diversos gibis, entre eles Tex, Mad, Gasparzinho, Gansola e Pesadelo (da linha de pesadelos). Poucas pessoas sabem, mas a Vecchi durou exatos 80 anos. Ela foi inaugurada em 1903 e encerrou as atividades em 1983.
Outra editora cujos gibis a garotada dos 70, 60 e 50 costumava comprar nas bancas era a EBAL (Editora Brasil-América). Eram títulos como Príncipe Valente, Superman, Capitão América e Tarzan(que você pode conferir abaixo). O detalhe é que a EBAL foi a primeira editora a lançar os títulos da DC e da Marvel no Brasil. A EBAL durou até 1995.
Conhecida pelas revistas Bloch, Desfile e Amiga, a antiga Editora Bloch também publicava gibis. A Bloch lançou títulos na linha de terror e de super-heróis, como Homem-Aranha.
A RGE – Rio Gráfica e Editora apenas mudou de nome, passando a se chamar Editora Globo. Publicou diversos quadrinhos nos anos 70 como Ferdinando, Pimentinha, Mandrake e Fantasma. A aceitação do Fantasma levou-a a publicar um álbum de figurinhas só do “espírito que anda”.
A editora Abril publicou dezenas de títulos em quadrinhos ao longo dos seus 60 anos. O primeiro gibi da editora foi O Pato Donald. Comandada pela família Civita, a Abril é mais conhecida por revistas como Veja, Quatro Rodas, Cláudia, Nova e Super Interessante. Mas ela já lançou gibis da Marvel, DC, Hanna-Barbera, Warner Bros e Maurício de Souza Produções.
Nos anos 70, a Abril levava às bancas histórias em quadrinhos com personagens que estavam na moda como A Pantera Cor-de-Rosa, O Gordo e o Magro, Pernalonga e Luluzinha. Os gibis de Faísca e Fumaça e Satanésio também fizeram parte de seu portfolio.
Abaixo, você poderá conferir (e matar saudades!) uma série de capas de gibis vendidos em bancas entre o início dos anos 70 e começo dos 80.




































29/09/2010

JINGLES DOS ANOS 70


Como todos sabem, jingle é uma mensagem publicitária musical. São músicas fáceis de memorizar, muito comuns na propaganda brasileira.
Além das letras curtas, os jingles são de fácil lembrança. Eles grudam na cabeça.
Os primeiros jingles para a TV datam do início da história da televisão brasileira. Eles foram muito populares nas décadas de 70 e 80.
Um dos jingles mais conhecidos (de várias gerações, na verdade) é o das Casas Pernambucanas, veiculado pela primeira no início da década de 1960. O comercial destaca um personagem simbolizando o frio batendo na porta de uma residência. Ao ser indagado quem é, ele responde: “É o frio”. Ao ouvir a resposta, a dona-de-casa canta: “Não adianta bater, eu não deixo você entrar…”.
O jingle das Pernambucanas foi apenas um dos que fizeram sucesso nos anos 70. Quem viveu a época deve se lembrar dos jingles do Café Seleto, Groselha Milani, Bala de Leite Kids e Duchas Corona, entre outros.
Se quiser ver, ouvir e lembrar dos comerciais com jingle dos saudosos anos 70, clique nos links abaixo. Acho que você vai gostar.

DUCHAS CORONA

CAFÉ SELETO

GROSELHA MILANI

PAPEL PRIMAVERA

D. D. DRIN

BALA DE LEITE KIDS

VASP

CASAS PERNAMBUCANAS

COCA-COLA, UM SORRISO

COCA-COLA, ISSO É QUE É

24/09/2010

NOVELAS DAS SEIS EXIBIDAS NOS ANOS 70

Se você tem mais de 40 anos, certamente vai lembrar das novelas das seis da tarde exibidas pela TV Globo nos anos 70. Até 1975, a Globo não exibia novelas nesse horário. É verdade que a emissora fez uma tentativa em 1971, mas acabou desistindo.
As primeiras produções das 18h00 foram adaptações de clássicos das literatura brasileira como Helena, Senhora e A Moreninha.
A novela que inaugurou o horário foi Helena, em 1975, uma adaptação da obra de Machado de Assis com a atriz Lúcia Alves no papel principal. A ela, seguiram-se as seguintes novelas: O Noviço (1975), Senhora (1975), A Moreninha (1975), Vejo a Lua no Céu (1976), O Feijão e o Sonho (1976), Escrava Isaura (1976), A Sombra dos Laranjais (1977), Dona Xepa (1977), Sinhazinha Flô (1977), Maria Maria (1978), A Sucessora (1978), Memórias de Amor (1979), Cabocla (1979), Olhai os Lírios do Campo (1980), Marina (1980) e As Três Marias (1980).
O detalhe é que Helena, O Noviço e Senhora foram produções curtíssimas, com o mesmo número de capítulos que as minisséries atuais. Helena, por exemplo, teve apenas 20 capítulos.
Abaixo, os nomes e logotipos dessas novelas que, sem dúvida, deixaram saudades.